April 21, 2019

Há quem veja o bodyboard como um forma de vida, há quem o vejo como uma forma de ganhar a vida, há também quem o veja como sendo uma brincadeira, uma forma de descer ondas, há quem o veja apenas como um hobby para libertar o stress do dia-a-dia e há ainda muitas maneiras mais de se ver a modalidade. Mas afinal, qual das formas é a correcta?

Bem, para mim, são todas elas e não sou o único a concordar com isto, o tahitiano Vetea David, que é surfista, veio dizer que no Tahiti todos são respeitados de forma igual, que há espaço para todos, até para quem quer apenas apanhar uma onda por diversão.

É assim que vejo não só o bodyboard, mas os desportos de ondas no geral.

Este texto vem numa semana em que o on-shore parece que veio para ficar. Enquanto esperamos por ondas, nada melhor do que ver um filme do António Cardoso, vencedor da 3ª etapa do Circuito Nacional Português.

 

Boas ondas a todos!!!

 

 

Rui Almeida

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