August 25, 2019

Como em tudo na vida, há que haver um equilíbrio entre o que fazemos e o que não fazemos, assim como entre o que ingerimos ou não ingerimos. Há pouco tempo visualizei um vídeo na internet que falava sobre o “Mito da Fibra” e tudo o que foi lá dito faz todo o sentido na minha cabeça.

 

Apesar de haver alguns aspectos que já conhecia, houve outros que não e acabei por aprender, o que foi óptimo. Por vezes, nem todos os artigos que escrevemos têm de ser sobre o que sabemos ou deixamos de saber, podem ser também sobre o que vamos aprendendo para posteriormente partilhar convosco essa sabedoria. Assim sendo, tirei notas do vídeo para melhor perceberem o que é lá dito, e qual a sua lógica. Aqui ficam as principais ideias:

– Demasiada ingestão de fibra pode fazer com que a barriga inche;

–  Diz-se que ingerir muita fibra limita a probabilidade de cancro do cólon, segundo o autor do vídeo, é exactamente ao contrário, aumenta a sua probabilidade devido à irritabilidade que é criada pelo excesso de fibra no organismo;

– Para além da irritação, a fibra em excesso cria gases (fermentação), um pouco à imagem do que acontece com a cerveja, devido à cevada que contém;

– Alguns vegetais podem também criar irritabilidade no organismo (brócolos por exemplo), isto acontece porque não temos as bactérias necessárias para facilitar a digestão dos mesmos;

– Se tal acontecer, o ideal é triturar os vegetais, bebendo-os através de batidos/smoothies;

– Convém verificar com que elementos ficamos inchados, normalmente durante 30 min. ou mais e criar nota dos mesmos, para ajustar a ingestão dos mesmos.

 

O mito aqui falado, é o mito do “Belly Fat vs. Bloating”, em que basicamente é explicada a diferença entre ter gordura na barriga e portanto esta ter volume, e o facto de ter o organismo inchado/com gases.

 

Aqui fica a explicação de um dos mitos mais conhecidos pela população em geral, não exagerem na fibra, pensando que emagrecem mais rápido, em termos de saúde não compensa o risco, sigam as recomendações diárias (38g/dia os homens  ; 25g/dia as mulheres, segundo o Instituto de Medicina).

 

Links/Referências:

http://iom.edu/

 

Pedro Cruz

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