December 13, 2019

Chegámos ao meio da tabela. Literalmente. Não só porque é o meio do nosso Power Ranking, mas porque é por lá que habitam as próximas equipas. Por incrível que pareça, na NBA este é o lugar mais ingrato para se estar. Uma vez que ninguém desce de divisão, ser muito mau, às vezes é bom, porque permite fazer planteis com grandes hipóteses de sucesso no futuro, devido às boas escolhas que vêm do draft, como já vimos na primeira parte desta trilogia. Estas equipas, pelo contrário, vão lutar pelo acesso aos playofsf, sabendo que nunca terão possibilidades de os ganhar, mas ainda assim não se deixem enganar, as grandes surpresas da temporada surgem sempre por parte duma equipa destas, que são, regra geral, as mais aguerridas e, sobretudo, duras de roer em casa. Quando se joga apenas pelo orgulho, vai-se buscar forças e talento onde ninguém julgava que existissem. Nem os próprios. No fim da época vamos falar dumas da equipas que se seguem como uma das grandes vencedoras da prova. Mesmo que essa vitória signifique, no máximo, cair no jogo 7 duma meia-final de conferência.

 

POWER RANKING: # 20

Equipa: Brooklyn Nets

Brooklyn

General Manager: Billy King

Treinador: Lionel Hollins

Entradas: Jarrett Jack, Sergey Karasev, Bojan Bogdanovic

Saídas: Marcus Thornton, Paul Pierce, Andray Blatche, Shaun Livingston

Permanências: Alan Anderson, Kevin Garnett, Joe Johnson, Andrei Kirilenko, Brook Lopez, Mason Plumlee, Mirz Teletovic, Deron Williams.

5 Inicial: Deron Williams (guard), Joe Johnson (guard), Andrei Kirilenko (forward), Kevin Garnett (forward), Brook Lopez (center)

6th Man: Jarrett Jack

O Melhor: Ainda que envelhecido, o cinco inicial dos Nets é bastante impressionante, apesar da saída de Paul Pierce.

O Pior: O banco dos Nets é fraco, o que é especialmente grave dada a avançada idade de alguns jogadores e constantes lesões de outros (Deron Williams e Brook Lopez). Safam-se apenas o reforço Jarrett Jack e o campeão mundial Mason Plumlee.

Avaliação: Tendo chegado à segunda ronda dos playoffs na temporada passada, presumo que os Nets terão como objectivo um trajecto semelhante. No entanto, acho que esta equipa de Brooklyn terá mais dificuldades em ganhar jogos, sobretudo com a melhoria de algumas equipas da conferência.

 

POWER RANKING: # 19

Equipa: New York Knicks

new york

General Manager: Phil Jackson (que tecnicamente não é General Manager, mas sim Presidente de Operações)

Treinador: Derek Fisher

Entradas: Thanasis Antetokounmpo (#51 draft pick) e Cleanthony Early (#34 draft pick), Quincy Acy, Travis Outlaw, José Calderon, Shane Larkin e Samuel Dalembert, Jason Smith

Saídas: Tyson Chandler e Raymond Felton (Dallas)

Permanências: Cole Adrich, Carmelo Anthony, Andrea Bargnani, Tim Hardaway Jr, Pablo Prigioni, Iman Shumpert, JR Smith, Amar’e Stoudemire

5 Inicial: José Calderon (guard), Iman Shumpert (guard), Carmelo Anthony (forward), Andrea  Bargnani (forward), Samuel Dalembert (center)

6th Man: JR Smith / Amar’e Stoudemire

O Melhor: Reter Carmelo Anthony, que, apesar de ser considerado por alguns puristas como um jogador sobrevalorizado é, ainda assim, um dos mais letais jogadores ofensivos da liga foi um passo importante para Phil Jackson na tentativa de criar um “contender”. O enorme contrato de Stoudemire (mais de 20 milhões por ano) está no seu último ano, abrindo a porta a alguma flexibilidade para a equipa.

O Pior: A saída de Tyson Chandler, um dos poucos elementos que valorizada a defesa. A equipa vai precisar de tempo para se adaptar às várias mudanças no plantel e, sobretudo, do treinador e da nova filosofia que Phil Jackson quer implementar.

Avaliação: Falhados os playoffs na época passada, os Knicks, conscientes das suas limitações, deverão estar na luta por um dos lugares de acesso à postseason, o que diz mais sobre o pobre estado da conferência Este que propriamente do valor da equipa. O tempo de adaptação ao triângulo ditará as suas hipóteses de sucesso.

 

POWER RANKING: # 18

Equipa: Atlanta Hawks

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General Manager: Danny Ferry

Treinador: Mike Budenholzer

Entradas: Kent Bazemore, Adreian Payne (#15 first pick), Dexter Pittman, Thabo Sefolosha

Saídas: Gustavo Ayón, Cartier Martin, Louis Williams

Permanências: Pero Antic, Elton Brand, DeMarre Carroll, Al Horford, John Jenkins, Kyle Korver, Shelvin Mack, Paul Millsap, Dennis Schröder, Mike Scott, Jeff Teague, Mike Muscala

5 Inicial: Jeff Teague (guard), Kyle Korver (guard), DeMarre Carroll (forward), Paul Millsap (forward), Al Horford (center)

6th Man: Pero Antic

O Melhor: O regresso de Al Horford dá uma referência interior a um ataque dependente de triplos.

O Pior: A sua saúde é questionável e o banco dos Hawks não oferece grandes soluções.

Avaliação: O que dizer destes Hawks? Que são sólidos. Que, de uma forma ou de outra, contra todas as previsões, arranjam sempre forma de estar nos playoffs. Que têm uma interessante combinação entre troca de bola constante e triplos a chover a um ritmo desenfreado. Que o que conseguiram fazer o ano passado sem Al Horford deixa a entender que deverão conseguir ainda mais com o regresso da sua maior estrela. Mas até quando vai resistir desta vez o corpo de Horford? Será o melhor dos Hawks suficiente para se aguentarem numa Conferência Este que se espera bem melhor este ano? Será uma tática sustentada em triplos totalmente sensata? E o que fazer quanto à sua porosa defesa? Entre as certezas e as questões, é esperado dos Hawks que fiquem onde sempre ficam – ali bem… no meio.

 

POWER RANKING: # 17

Equipa: Phoenix Suns

Phoenix

General Manager: Ryan McDonough

Treinador: Jeff Hornacek

Entradas: Zoran Dragic, Anthony Tolliver, Earl Barron, Isaiah Thomas, TJ Warren (#14 draft pick), Tyler Ennis (#18 draft pick), Bogdan Bogdanovic (#27 draft pick), Alec Brown (#50 draft pick), PJ Tucker

Saídas: Channing Frye, Alex Oriakhi, Ish Smith, Dionte Christmas

Permanências: Goran Dragic, Archie Goodwin, Gerald Green, Alex Len, Marcus Morris, Markieff Morris, Miles Plumlee, Shavlik Randoplh, Eric Bledsoe

5 Inicial:  Goran Dragic (guard), Eric Bledsoe (guard), Gerald Green (forward), Markieff Morris (forward), Miles Plumlee (center)

6th Man: Isaiah Thomas

O Melhor: O ano passado ninguém dava nada por estes Phoenix e surpreenderam toda a gente lutando até à última por um lugar de acesso aos playoffs. Não foi suficiente, mas foi impressionante e esta época a equipa está ainda melhor.

O Pior: Eric Bledsoe a estrela que a equipa conseguiu manter contra todas as previsões, sofreu uma lesão grave no joelho e não se sabe muito bem em que nível se vai apresentar.

Avaliação: Se Phoenix em vez de ser no escaldante deserto do Arizona, fosse uns graus mais para leste, o suficiente para estar na outra conferência, tínhamos uma equipa de playoffs seguros, ao nível de uns Toronto. Mas Phoenix tem um duplo azar. Não só está perdida no deserto, como ainda está na pior (ou melhor, depende da perspectiva) conferência e neste wild wild west continua a ser preciso oferecer um pouco mais do que esta equipa tem, para poder almejar a mais qualquer coisinha. Ainda assim tenho a certeza que vão estar na luta por um lugar de acesso à postseason, poucas equipas têm tanta gente nova, com tanto talento e disposta a provar que esta liga também é sua. A começar no banco e a acabar na sua estrela internacional, que o ano passado só não mereceu honras de all-star porque, bem… por motivos que agora não interessam aqui considerar, mas que foi injusto foi. Este ano Goran Dragic vai tentar provar a todo o custo e a todos que a elite é o seu lugar por direito.

 

POWER RANKING: # 16

Equipa: Denver Nuggets

Denver Nuggets Media Day

General Manager: Tim Connelly

Treinador: Brian Shaw

Entradas: Arron Afflalo (de Orlando), Jusuf Nurkic (#16 draft pick), Gary Harris (#19 draft pick)

Saídas: Evan Fournier, Anthony Randolph, Jan Vesely

Permanências: Ty Lawson, Danilo Gallinari, Wilson Chandler, Kenneth Faried, JaVale McGee, Timofey Mozgov, Darrel Arthur, Randy Foye, Nate Robinson, J.J. Hickson

5 Inicial: Ty Lawson (guard), Arron Afflalo (guard), Wilson Chandler (forward), Kenneth Faried (forward), Timofey Mozgov (center)

6th Man: Danilo Gallinari

O Melhor: O regresso de Danilo Gallinari depois de ter perdido a temporada passada por lesão; A contratação de Arron Afflalo, dando mais um jogador ofensivamente forte e defensivamente importante; A evolução demonstrada por Kenneth Faried na Selecção norte-americana.

O Pior: A continuada falta de consistência do jogo de JaVale McGee e a falta de capacidade defensiva da equipa em geral.

Avaliação: A equipa de Denver tem a capacidade para ser, ofensivamente, uma das melhores da NBA e dará, certamente, muitas dores de cabeça aos adversários. Brian Shaw poderá experimentar inserir Danilo Gallinari no 5 inicial e mover Kenneth Faried para poste, dando ainda mais poder de fogo à equipa. Poderá ser uma das surpresas na luta pelos playoff no Oeste.

 

POWER RANKING: # 15

Equipa: New Orleans Pelicans

new orleans

General Manager: Tom Demps

Treinador: Monty Williams

Entradas: Omer Asik, Jimmer Fredette, John Salmons, Russ Smith (#47 draft pick)

Saídas: Jason Smith, Brian Roberts, Anthony Morrow, Al Farouq Aminu, Greg Stiemsma

Permanências: Alexis Ajinca, Ryan Anderson, Anthony Davis, Tyreke Evans, Eric Gordon, Jrue Holiday, Austin Rivers, Jeff Withey

5 Inicial: Jrue Holiday (guard), Eric Gordon (guard), Tyreke Evans (forward), Anthony Davis (forward), Omer Asik (center)

6th Man: Ryan Anderson

O Melhor: Anthony Davis está a tornar-se num fenómeno. Este ano, se continuar a sua curva de progresso, temos aqui um cliente sério para os anos vindouros.

O Pior: Jovens, entusiastas mas inexperientes. Isso será decisivo quando os lugares à mesa dos grandes começarem a valer ouro.

Avaliação: Os New Orleans Pelicans (ex-Hornets) não têm sido famosos, e não é por falta de talento. Digamos que a falta de sorte tem feito deles o Arsenal FC da NBA. OK, exagerei um pouco, sabemos que o Arsenal são os Lakers… Mas sim, a enfermaria esteve bastante ocupada na temporada passada, e não permitiu que os jogadores tivessem tempo e rotina de jogo suficiente para saírem dela com algum reconhecimento. Anthony Davis e Tyreke Evans mal jogaram juntos, Jrue Holiday passou mais tempo na horizontal do que a correr em campo. Este ano, se tudo correr bem, começam todos a temporada juntos, e com um reforço de peso: Omer Asik. O experiente turco (vai começar a sua 8ª temporada na liga) saiu de Houston para uma equipa jovem, motivada e com muitas temporadas pela frente para se construir. Ele pode ser o elo de ligação perfeito para que isto se consiga da melhor maneira. Com um Anthony Davis de volta de um ouro mundial que deve muito à sua performance, alguns reforços pontuais e muitos santinhos no vestiário para que se mantenham todos de pé, esta equipa deveria lutar por um lugar nos playoffs. Estando na conferência Oeste, este é tudo menos garantido, para já. Mas vejamos como evoluem a médio prazo…

 

POWER RANKING: # 14

Equipa: Charlotte Hornets

charlotte

General Manager: Rich Cho

Treinador: Steve Clifford

Entradas: PJ Hairston (#26 draft pick), Jason Maxiell, Brian Roberts, Lance Stephenson, Noah Vonleh (#9 draft pick), Marvin Williams

Saídas: Chris Douglas-Roberts, Brendan Haywood, Josh McRoberts, Luke Ridnour, Anthony Tolliver, DJ White

Permanências: Bismack Biyombo, Gerald Henderson, Al Jefferson, Michael Kidd-Gilchrist, Gary Neal, Jannero Pargo, Jeffery Taylor, Kemba Walker, Cody Zeller

5 Inicial: Kemba Walker (guard), Lance Stephenson (guard), Michael Kidd-Gilchrist (forward), Marvin Williams (forward), Al Jefferson (center)

6th Man: Gerald Henderson

O Melhor: Uma nova/antiga identidade para uma equipa com sonhos bem altos.

O Pior: A incerteza quanto a Lance Stephenson dá cabelos brancos a qualquer um.

Avaliação: Os Hornets têm novas cores, novas caras e o seu antigo (e bem mais apreciado) nome. Só isso já seria suficiente para colocar um sorriso na cara dos residentes de Charlotte, mas o futuro da equipa está risonho por outras razões também. Depois de um renovado Al Jefferson e o ascendente Kemba Walker terem liderado os ex-Bobcats aos playoffs, os Hornets voltam à carga com mais uma arma no arsenal – o imprevisível, mas inegavelmente talentoso, Lance Stephenson, que, depois de se sentir injustamente tratado pelo front office dos Pacers, decidiu rumar a sul. Traz como cartão de visita um maior dinamismo no ataque (de que a equipa bem precisa) e uma entrega defensiva que o fará certamente encaixar-se como uma luva nos planos dos Hornets – isto, claro, até eventualmente ser suspenso por colocar esquilos vivos dentro dos calções dos adversários.

 

POWER RANKING: # 13

Equipa: Toronto Raptors

toronto

General Manager: Masai Ujiri

Treinador: Dwane Casey

Entradas: Bruno Caboclo (#20 draft pick), Lucas Nogueira, Lou Williams, Greg Stiemsma, James Johnson

Saídas: John Salmons, Nando DeColo, Steve Novak

Permanências: DeMar DeRozan, Landry Fields, Jordan Hamilton, Tyler Hansbrough, Chuck Hayes, Amir Johnson, Kyle Lowry, Patrick Patterson, Terrance Ross, Jonas Valanciunas, Greivis Vasquez

5 Inicial: Kyle Lowry (guard), DeMar DeRozan (guard), Terrance Ross (forward), Amir Johnson (forward), Jonas Valanciunas (center)

6th Man: Lou Williams / Greivis Vasquez

O Melhor: Um núcleo sólido que fez uma boa temporada liderados pelo base Kyle Lowry. Não perderam ninguém de particularmente importante e jogam na divisão mais fraca da conferência mais fraca.

O Pior: A falta de uma super-estrela.

Avaliação: A palavra-chave nestes Raptors é “sólido”. Tem um plantel sólido, com jogadores sólidos e fizeram uma campanha anterior sólida. Infelizmente, na NBA “sólido” quer dizer “chegar-à-primeira-ronda-dos-playoffs-e-pronto”, o que foi precisamente o que aconteceu em 2014 com estes Raptors, embora tenham ficado a um lançamento (bloqueado por Paul Pierce) de eliminar os Nets. Espera-se, assim, uma temporada sólida por parte desta equipa de Toronto, possivelmente chegando à primeira ronda dos playoffs e dificilmente à segunda.

 

POWER RANKING: # 12

Equipa: Miami Heat

miami

General Manager: Pat Riley

Treinador: Erik Spoelstra

Entradas: Shannon Brown, Luol Deng, James Ennis (undrafted), Danny Granger, Josh McRoberts, Shabazz Napier (#24 draft pick), Shawne Williams

Saídas: Ray Allen, Shane Battier, Michael Beasley, Toney Douglas, LeBron James, James Jones, Rashard Lewis, Greg Oden

Permanências: Chris Andersen, Chris Bosh, Mario Chalmers, Norris Cole, Udonis Haslem, Dwyane Wade, Justin Hamilton

5 Inicial: Mario Chalmers (guard), Dwyane Wade (guard), Luol Deng (forward), Josh McRoberts (forward), Chris Bosh (center)

6th Man: Danny Granger

O Melhor: Bosh e Wade podem jogar com alguma “motivação extra” nesta temporada.

O Pior: Os joelhos de Wade não se curam com motivação, seja ela normal ou “extra”.

Avaliação: Vamos começar pelo óbvio e reconhecer que qualquer equipa que perde o melhor jogador do planeta irá naturalmente piorar na temporada seguinte. Mas não comecemos a cavar a campa dos Heat tão cedo, que os pupilos de Spoelstra ainda podem ter alguns argumentos a esgrimir. Dwyane Wade – se os seus joelhos se aguentarem (e este é um grande “se”, é certo) – irá querer provar que ainda é um dos melhores shooting guards da liga. Luol Deng pode vir a revelar-se um “prémio de consolação” bastante aceitável para o lugar previamente ocupado por LeBron. Josh McRoberts é bastante competente. Mas, vamos ser sinceros, qualquer manutenção dos Miami entre os melhores da Conferência Este está quase totalmente dependente de Chris Bosh mostrar que consegue voltar a chegar perto dos números que apresentava quando era a estrela nos Raptors. Eu acredito que sim.

 

POWER RANKING: # 11

Equipa: Washington Wizards

washington

General Manager: Ernie Grunfeld

Treinador: Randy Wittman

Entradas: DeJuan Blair, Rasual Butler, Kris Humphries, Damion James, Daniel Orton, Paul Pierce, Xavier Silas

Saídas: Trevor Ariza, Trevor Booker, Al Harrington, Chris Singleton

Permanências: Bradley Beal, Drew Gooden, Marcin Gortat, Nene Hilario, Andre Miller, Otto Porter, Glen Rice Jr., Kevin Seraphin. Garrett Temple, John Wall, Martell Webster

5 Inicial:  John Wall (guard), Bradley Beal (guard), Paul Pierce (forward), Nené (forward), Marcin Gortat (center)

6th Man: Martell Webster

O Melhor: O equilíbrio entre a dinâmica dos bases e a força bruta do frontcourt.

O Pior: Apesar de estar um pouco melhor, o banco dos Wizards continua um pouco “leve”.

Avaliação: A lesão de Bradley Beal (que só deverá regressar no final de Novembro) vai colocar alguns travões no arranque da temporada dos Wizards, mas não há razão nenhuma para não achar que a equipa de Washington não vai dar ainda mais um salto na sua evolução. Wall assumiu-se em definitivo como uma das superestrelas da NBA e o frontcourt de Nene e Gortat é duro e musculado e tende a dar problemas a qualquer combinação de bigs que lhes aparece pela frente. O seu maior problema, a rotação a small forward, foi resolvido com a contratação do veterano Paul Pierce, que traz consigo uma dose inqualificável de liderança e experiência de grandes momentos. Se os Wizards chegarem tão longe como se espera deles, esse fator clutch vai assumir uma ainda maior importância.

 

Outros capítulos da saga:

Capítulo 1: ‘Estás a milhas, meu!’ (do #30 ao #21)

Capítulo 3: ‘Os Senhores dos anéis’ (do #10 ao #1)

 

Pedro Filipe

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